Hey, psiu!

Olá amigo!

Ilustra nova no blog, mais uma de caveira. Adoro caveiras, acho que elas tem um apelo gráfico incrível, e como elas não tem uma face, obrigam o artista à encontrar caminhos pra poder expressar as emoções sem usar os truques de sobrancelhas, sorriso ou olhos que costumamos usar em desenhos de rostos convencionais.

Gostei bastante do resultado e tenho alguns planos pra essa arte. Enjoy it!

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Guns N’ Roses- Not In This Lifetime Tour Fan art

Olá amigos, tudo certo?

Sem enrolação, vou direto ao ponto: O Guns N’ Roses voltou. E está no Brasil.

Cara, nem tenho o que falar, simplesmente é a banda que fez parte da minha adolescência (que não tem tanto tempo assim), com seus cabelos longos e atitude que faz inveja à todo garoto de 15 anos. Patience, do álbum “GN’R Lies” foi a primeira música completa que aprendi a tocar no violão, minha primeira camiseta de banda foi uma do Guns (um presente da minha irmã lá pelos meus 14 anos), fiz diversas  amizades tendo o Guns como tema central. Me tornei rockeiro por causa deles.

Mas sinceramente, nunca na vida imaginei que iria um dia no show dos caras. Dos caras mesmo, não nos músicos que acompanhavam o Axl até pouco tempo. Falo do Slash e Duff ( esperava ver o Izzy também, mas fazer o que né?), pra mim eles faziam parte dum folclore do rock, de uma época em que os cabeludos vestindo couro eram o máximo de estilo, o máximo de “cool” que você poderia ser.

E agora estou a um dia de presenciar isso ao vivo. Já me sinto foda  orgulhoso por poder falar que já fui à um show do verdadeiro Guns N’ Roses. É aquele tipo de sensação que você não consegue definir, mas que faz com que teu passado te orgulhe,e que faz parecer valer a pena ser quem você foi e é.

E pra marcar essa data, não poderia faltar um arte, que diz mais que essas dúzias de palavras acima. Espero que goste!

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“O bom filho a casa torna” – Classic Superman Tribute

Sempre gostei de desenhar. Nunca tive dúvidas sobre o que queria fazer da vida (em questão de profissão, obvio), mas  conforme fui crescendo essa ideia de fazer arte foi se moldando junto com a minha personalidade. Quando criança e até o começo da adolescência, meu lance era desenhar super-heróis. Era uma época que o-bom-filho-gifeu estava fissurado em quadrinhos e animações de super-herói, e via muitos trabalhos de  grandes artistas como John Romita, Mike Deodato, Jim lee e queria imita-los.

Aos poucos, conforme o tempo passou, acabei conhecendo novos autores, novos tipos de quadrinhos. Retalhos do Craig Thompson , Daytripper dos gêmeos Moon e Bá, Maus do ART. Quadrinhos que me fizeram sentir uma forte identificação com a trama e com os personagens, e foi ali que eu vi o potencial dos quadrinhos e da arte. Aos poucos, fui desenhando cada vez menos super heróis.

Ainda leio hq’s de super-heróis  com frequência, mas não como antes. Agora eles dividem espaço com quadrinhos de todos os tipos e estilos.

Mas existe algo de nostálgico em desenhar super-heróis, é muito praze
roso fazer um Superman como o do John Byrne por exemplo, e como já tinha um tempo que eu não desenhava o Super ou mesmo outros heróis, decidi fazer um tributo a versão clássica do personagem. Aquele Super dos anos 70/80.

Espero que você ai que está lendo esse texto goste!

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“Natureza Nua”

Olá, tudo certo com você?

Bom, há um tempo que venho trabalhando em ilustrações finalizadas digitalmente. Ou seja, arte-final e cores feitas no pc (o esboço inicial sempre faço no lápis), embora eu goste bastante do resultado e ache a arte digital uma coisa incrível, nesses últimos dias acebei alimentando uma vontade muito grande de trabalhar algo mais orgânico. Pincéis, tinta, papel.

O resultado foi esse abaixo, uma ilustra que fiz em dois dias em média, toda em nanquim. Grande parte da arte final optei por faze-la no pincel mesmo, e não na caneta, para poder ter o tal efeito “orgânico”.

Espero que gostem!

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